domingo, 28 de abril de 2013

O Ato...



Nem sempre perceberemos e ou aceitaremos a verdade de uma real situação. Somos indignados por natureza, somos preconceituosos, somos desrespeitosos, somos infames... conosco.

O ato, em si, glorificado, latente, desafiador, destruidor, abafador, o faz reprimir todo e qualquer passo, qualquer olhar, o estender de um braço, o tocar, o sentir do prelúdio do ato. Pensar, e não ser racional, falar mas ser mudo, estar e não ser presente... qual a verdadeira realidade do ato? Realmente há o ato? Como o medo de agir torna o humano inóspito e ou dúbio a si? O entendimento não está em apenas um sentido mas em todos.

O verdadeiro conjunto que apenas um alcança o retorno do ato involuntário, como ser a última moeda, a última sensação, o ultimo fôlego... provoca a eterna decepção e a eterna graça. Não existe a sobreposição e nem o verdadeiro equilíbrio do ato.

O ato, por si, é o que importa... e o que não deve ser apontado.

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