Nem sempre perceberemos e ou aceitaremos a verdade de uma
real situação. Somos indignados por natureza, somos preconceituosos, somos desrespeitosos,
somos infames... conosco.
O ato, em si, glorificado, latente, desafiador, destruidor,
abafador, o faz reprimir todo e qualquer passo, qualquer olhar, o estender de
um braço, o tocar, o sentir do prelúdio do ato. Pensar, e não ser racional,
falar mas ser mudo, estar e não ser presente... qual a verdadeira realidade do
ato? Realmente há o ato? Como o medo de agir torna o humano inóspito e ou dúbio
a si? O entendimento não está em apenas um sentido mas em todos.
O verdadeiro conjunto que apenas um alcança o retorno do ato
involuntário, como ser a última moeda, a última sensação, o ultimo fôlego...
provoca a eterna decepção e a eterna graça. Não existe a sobreposição e nem o
verdadeiro equilíbrio do ato.
O ato, por si, é o que importa... e o que não deve ser
apontado.

Nenhum comentário:
Postar um comentário